40 Dicas para uma vida saudável

2 de setembro de 2010.

1- Respirar mais profundamente.
2- Dar folga para o estômago. Não se empanturre.
3- Abrir espaço para a qualidade de vida na rotina diária.
4- Fazer periodicamente uma auto-avaliação.
5- Restringir o consumo de remédios. Tome remédios só quando for de fato necessário.
6- Comer menos carne.
7- Restringir o uso do automóvel. Use-o só quando necessário.
8- Trocar o café pelos chás naturais.
9- Adotar uma árvore (ou mais de uma). Ter uma ou mais árvores por perto acalma as pessoas e melhora seu estado de ânimo.
10- Deixar o cigarro completamente.
11- Preferir alimentos com fibras.
12- Uma pausa antes de comer. Comece a comer com calma e tranquilidade, para que a digestão possa começar de maneira certa.
13- Economize e recicle papel.
14- Restringir as frituras.
15- Comer alimentos naturais da estação.
16- Fazer exercícios físicos diariamente.
17- Procurar os recicláveis.
18- Praticar meditação.
19- Usar garrafas de vidro.
20- Sebo na margarina. Ela é produzida com vários óleos vegetais misturados a gorduras animais como o sebo.
21- Usar inseticidas caseiros.
22- Restringir o uso de forno micro-ondas.
23- Economizar água.
24- Proteger as crianças dos alimentos perigosos.
25- Restringir a televisão.
26- Restringir o uso de panelas de alumínio.
27- Transpirar naturalmente. Não exagere com os desodorantes.
28- Nunca usar amianto.
29- Não exagerar com o computador.
30- Dar folga para o seu bolso. Compre só o necessário.
31- Ser um cidadão atuante.
32- Fazer passeios pela natureza.
33- Evitar bebidas fortes.
34- Na praia, evitar excesso de sol.
35- Repelentes naturais. Evite utilizar repelentes químicos contra insetos como o mosquito e o borrachudo.
36- Ao dirigir, evite altas velocidades.
37- Evitar a causa das dores-de-cabeça. De cada dez casos de dor de cabeça, nove são resultados de tensão, inclusive ansiedade, depressão, preocupação e outros problemas emocionais.
38- Evitar o uso de plásticos.
39- Ser sério, mas não carrancudo. O bom humor e o riso contribuem para manter-nos relaxados e evitar tensões ou doenças.
40- Manter contato com o jornal que você lê, a rádio que escuta, a estação de televisão que assiste.

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Pela saúde da família

1 de setembro de 2010.

Hoje foi o dia de cuidar da saúde da família do Sr. Claudionor, 43 anos. Ele foi acompanhar sua esposa, a Sra. Andréia, 31 anos, ao ginecologista e quando voltavam da consulta, viram a carreta do Movimento pela Saúde Masculina parada na Praça Saens Peña. Com o filho Ryan nos braços, de apenas 3 meses, ele não teve dúvidas e resolveu passar pelo atendimento. “Eu nunca fui ao urologista. Resolvi aproveitar.” – conta. Mas a Sra. Andréia confessa que ela precisa dar um empurrãozinho para ele ir ao médico, diferente dela que tem consciência da importância de se consultar uma vez ao ano com o ginecologista: “Eu vou todo ano e ainda mais agora.” Já que acabou dar a luz a Ryan. Depois do atendimento, ele saiu contente e mais tranquilo porque o médico o orientou a fazer o exame da próstata quando completar 45 anos, a idade indicada para quem nunca teve casos na família. “Ele gostou da minha atitude de vir procurar uma orientação.” – conclui.

Sr. Claudionor, Ryan e Sra. Andreia. (foto: Danny Yin)

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Fechando com chave dourada

1 de setembro de 2010.

O Rio de Janeiro é a última parada do Movimento pela Saúde Masculina. Depois de percorrer 20 cidades, passando por 4 das 5 regiões brasileiras, levando informação e orientação sobre as doenças que acometem os homens, tais como disfunção erétil, andropausa e doenças da próstata, a carreta do Movimento chega a sua reta final e fecha essa importante iniciativa da SBU – Sociedade Brasileira de Urologia, com o apoio da Indústria Farmacêutica Lilly com chave de ouro, no caso da Cidade Maravilhosa e suas belas praias, com chave dourada.

A carreta do Movimento ficará 4 dias no Rio de Janeiro e em 2 lugares diferentes. Hoje (1) e amanhã (2) na Praça Saens Peña, no bairro da Tijuca e sábado (4) e domingo (5), na Quinta da Boa Vista, no bairro São Cristóvão. Em ambos o atendimento será das 9h às 17h.

A Tijuca, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, já foi um bairro de veraneio da aristocracia carioca, onde o próprio imperador D. Pedro II costumava passar algumas temporadas com a família e é onde está a Praça Sáenz Peña (mais conhecido na grafia popular como “Saens Peña”), o principal centro comercial e social do bairro. É nessa praça que o Movimento pela Saúde Masculina começa o seu atendimento em sua primeira parada na capital carioca.

A Praça Saens Peña, onde antigamente era o Largo da Fábrica das Chitas considerada uma das primeiras indústrias do país, recebeu esse nome em homenagem aos ex-presidentes argentinos Luis e Roque Sáenz Peña. A partir da década de 1920 a Praça Sáenz Peña tornou-se um centro de entretenimento, registrando a maior concentração de cinemas da cidade, superando até mesmo a Cinelândia. A escola de samba Acadêmicos do Salgueiro foi fundada nesta praça, em 5 de março de 1953.

A carreta do Movimento na Praça Saens Peña, no bairro da Tijuca, Rio de Janeiro. (foto: Danny Yin)

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Rio de Janeiro, a mais conhecida

1 de setembro de 2010.

Em 1763, o ministro português Marquês de Pombal transferiu a sede do Brasil Colônia de Salvador para o Rio de Janeiro e assim permaneceu sendo capital do Império Português na época das invasões de Napoleão, capital do Império do Brasil e capital da República até a inauguração de Brasília, na década de 1960.

De capital federal, o Rio de Janeiro passou a ser simplesmente a Cidade Maravilhosa, a cidade brasileira mais conhecida no exterior, maior rota do turismo internacional no Brasil e principal destino turístico na América Latina e em todo Hemisfério Sul.

Conhecida internacionalmente por diversos ícones culturais e paisagísticos, como o Pão de Açúcar, a estátua do Cristo Redentor (uma das sete maravilhas do mundo moderno), suas praias, o Estádio do Maracanã – o maior estádio do Brasil, com capacidade para 92 mil espectadores –, o Carnaval, entre outros, a capital fluminense é a segunda maior metrópole do Brasil e um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do país.

A população estimada para o Rio de Janeiro foi de 6.186.710 habitantes na cidade e 11.812.482 na região metropolitana (IBGE 2009), o que o torna a segunda maior aglomeração urbana do Brasil, terceira da América do Sul e 24ª do mundo. Representa o segundo maior PIB do país (e o 30º maior do mundo) e é sede das duas maiores empresas brasileiras – a Petrobras e a Vale, além do maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da América Latina, as Organizações Globo. Contemplado por grande número de universidades e institutos, é o segundo maior pólo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 17% da produção científica nacional. A Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ) foi a primeira bolsa fundada no Brasil, em 1845.

Centro Histórico do Rio, Theatro Municipal.

Centro Histórico do Rio, Câmara Municipal.

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Participação em dose dupla

29 de agosto de 2010.

Dr. Antonio Fonseca Neto e Dr. Daniel Kanda Abe. (foto: Danny Yin)

Como foi dito no post anterior, é a segunda vez que a carreta do Movimento pela Saúde Masculina está em São Paulo e é também a segunda vez que os doutores Eulalio Damazio, Antonio Fonseca Neto e Daniel Kanda Abe atendem pelo Movimento. Os três destacam a importância dessa iniciativa e comparam as experiências.

Dr. Eulalio Damazio – Ele compara o grau de informação dos homens dos dois parques onde atendeu pelo Movimento. “Na zona leste o nível socioeconômico é um pouco mais baixo do que aqui, no Parque Ibirapuera. Mas todos os pacientes procuraram se informar. Para fazer o toque que todo homem tem que fazer, não vi diferença pelo nível cultural, não vi diferença nenhuma, todos aceitaram fazer os exames físicos necessários.” Em relação a importância desse tipo de ação como a do Movimento pela Saúde Masculina ele diz: “A iniciativa é boa. Hoje mesmo tiveram três pacientes que foi a primeira vez que passaram por urologista, dois com idade entre 55 e 60 anos e um com 70 e poucos anos. Você vê que os homens têm dificuldade de acesso ao médico. Às vezes chega no clínico, mas não consegue chegar no especialista. Então aqui cumprimos uma intenção de orientar, conscientizar e tentar fazer um rastreamento da doença que pode ser melhorada com o diagnóstico precoce.”

Dr. Daniel Kanda Abe – “Eu percebi que não teve muita diferença nos três parques que a gente passou a respeito dessa parte de conhecimento. Todos têm as mesmas dúvidas. As mais frequentes são em relação à patologia de próstata, eles têm pouco contato mesmo.” Mais uma vez as mulheres são citadas como grandes aliadas da saúde do homem: ”O que deu para perceber também é que a maioria dos homens vem por recomendação das parceiras. Elas que buscam informação. E o que está acontecendo muito também é que como agora as parceiras estão exigindo mais dos parceiros, há muita queixa da parte sexual.” – explica. A maioria dessas queixas está relacionada à ejaculação precoce e disfunção erétil, o Dr. Daniel explica que pela correria do dia a dia, por problemas no trabalho ou financeiro, o psicológico do homem fica afetado o que acarreta esse tipo de problema e como as parceiras estão mais exigentes e havendo uma maior interação do casal, eles estão conseguindo expor melhor o problema. Ele cita um caso interessante que não tinha atendido da primeira vez, um cadeirante e comenta: “Ele também tem vida sexual, tem prazer, tem necessidade. Às vezes algumas orientações ajudariam porque a maioria desconhece, tem receio de falar.” Para o doutor, a comunicação é peça fundamental para conseguir diagnosticar as doenças e para dar confiança ao paciente e aponta essa como a grande vantagem do Movimento pela Saúde Masculina: “Achei válido o Movimento porque a gente acaba ampliando o espectro de ação, os homens começam a ter um conhecimento maior nessa parte de doença de próstata. Ainda existe muito receio e muito preconceito, mas se divulga e o homem vê que tem uma grande quantidade de outros homens procurando, acaba diminuindo esse espaço entre o medo e a consulta médica. O paciente fica receoso de comentar sobre disfunção erétil, ele sempre começa com uma queixa esporádica como dificuldade de urinar e assim que ele vai ganhando confiança ele começa a falar, o que importa muito é a parte da comunicação. Se você faz uma consulto muito direcionada ou muito rápida o paciente não consegue falar o que queria, principalmente da parte sexual. O bom desse Movimento foi isso, o homem pôde ficar mais a vontade. Isso serve até para nós, médicos porque a gente percebe que se conversar um pouco mais, consegue tirar mais queixas. Ele acaba não conversando sobre o que ele queria mesmo, principalmente paciente jovem que fala que está sentindo dor para urinar e a gente percebe que o problema é sexual.”

Dr. Antonio Fonseca Neto – “No Parque da Luz, alguns pacientes viram na televisão e cruzaram a cidade para receber o atendimento, para mostrar exames, trazendo pastas de exames porque precisavam de uma ajuda ou de uma palavra. A população nos Parques da Luz e do Carmo é mais humilde, mais necessitada. Muitos tinham uma assistência, mas da rede pública mesmo. A diferença aqui para o Parque Ibirapuera é que o público é mais diferenciado, tem gente simples e tem também advogado, médico, professor, gente que vem já orientado, às vezes já está em acompanhamento e quer mais uma orientação.” Mesmo achando que a população que tem um nível de vida melhor tem mais informação, o Dr. Antonio enfatiza o poder da informação: “O público com nível de vida mais alto tem mais informação e assistência com plano de saúde, mas não se pode discriminar a informação. Considerar que o advogado é diferenciado, tem uma cultura maior e por isso ele terá informação é um erro. Em geral, temos que falar sobre o problema de saúde, a próstata, a andropausa, o problema hormonal e de disfunção erétil. A gente sempre acrescenta alguma coisa e sempre ganha. Vemos que é necessário não discriminar. Às vezes nós até nos surpreendemos porque o paciente precisa de uma palavra para melhorar o relacionamento ou é um problema psicológico. Então a palavra do médico, que é uma palavra técnica, científica, ajuda muito.” Ele comenta que o Movimento pela Saúde Masculina “é mais uma ação que vai romper barreiras, que os homens vão perdendo esse medo e vão mantendo continuamente essa informação da necessidade de se cuidar, de ir atrás da saúde e isso vai disseminando. Eu ouvi comentários aqui de pacientes que têm amigos executivos e que não fazem os exames por preconceito e aí quando o médico conversa e dá uma informação para ele, este vê que o raciocínio estava errado. Assim ele será o disseminador daquela informação no outro grupo. Eu acho que esse tipo de ação é maravilhosa. A SBU e a Lilly estão de parabéns! Nós percebemos que não é pelo número de homens que atendemos, mas pela disseminação da informação. O homem não fica dependendo de a esposa mandá-lo ao médico, ele já começa a ter mais informação e mais confiança no que está fazendo. Ele cuida mais da saúde no geral e esse é outro grande ponto. Trazê-lo aqui para informar sobre o lado sexual que chama muito a atenção do homem e como isso pode-se descobrir que ele tem um problema de saúde, emocional e pode orientá-lo a cuidar mais da família e dos seus relacionamentos. Melhora a vida dele e o seu entorno. São ações que devem se multiplicar. Uma carreta dessa é um tipo de ação que poderia se reproduzir anos e anos.”

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Um medo diferente

29 de agosto de 2010.

O Movimento pela Saúde Masculina começou no dia 31 de março, na cidade de São Paulo. A carreta do Movimento ficou dois dias no Parque da Luz e dois dias no Parque do Carmo. E foi no dia 4 de março que o Sr. Manoel, 52 anos, passou pelo atendimento no Parque da Luz. O Movimento retornou a São Paulo e aqui está novamente o Sr. Manoel na carreta. “Como eu acompanho esse trabalho (referindo-se ao Movimento) e gostei do atendimento, eu voltei. Tenho que aproveitar a oportunidade porque eu sou diabético e tenho pressão alta. Eu vivo no médico.”
A primeira vez que ele passou pelo atendimento foi porque desconfiava que tinha algum problema na próstata. O médico o examinou e ele não tinha nada, mas foi orientado a acompanhar, tanto é que veio com os exames prontos. Atualmente ele está morando na Bahia e ficou feliz com a coincidência de estar em São Paulo justo nos dias em que a carreta também está.
Diferente da maioria dos homens que não procuram um médico por medo de descobrirem uma doença, o Sr. Manoel faz exatamente o contrário: “Eu tenho muito medo, por isso eu estou sempre me cuidando. Na minha família nunca teve esse problema de câncer de próstata, mas eu tenho uns amigos que passaram por isso e eu fiquei com muita pena. Eu não arrisco, eu me cuido mesmo. E torço para que as pessoas façam também porque quando a gente é novo, é uma coisa. Eu tenho 52 anos, se eu não me cuidar, o que eu vou esperar da minha vida daqui pra frente?!”

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