O que aconteceu às 10h46?

31 de março de 2010.

60 senhas distribuídas!

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Esse é o cara!

31 de março de 2010.

“Eu vim aqui porque tenho aquele problema lá, de orgasmo ligeiro”. Sem nenhuma vergonha, sem colocar a mão no rosto ou abaixar a cabeça, sem ficar corado…

É assim que o baiano Adeilton Dias, morador da zona norte de São Paulo, dá o seu depoimento, após passar pela consulta; ele foi a 15a pessoa atendida.

Aos 46 anos de idade, nunca tinha ido ao médico para fazer exames urológicos. O irmão viu “em algum lugar”, que haveria esse Movimento pela Saúde Masculina, no parque da Luz, e sugeriu que viessem juntos. Vieram os dois.

Coerente com a sua reação inicial, Adeilton não expressa preconceito ao tentar avaliar o motivo pelo qual o homem foge do médico. “O tempo passa, a gente vai deixando, deixando. É falta de tempo mesmo.”, reflete.

O medo também passa longe de seus sentimentos: “Esse negócio de toque? É melhor fazer o exame e não sofrer depois”.

O senhor Adeilton Dias foi encaminhado à uma psicóloga. E disse que vai!

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Vai encarar?

31 de março de 2010.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O rapaz da foto acima chama-se Clayton de Souza e tem 26 anos de idade.
Diz que vai sempre ao médico, para logo se entregar: “Não com muita freqüência, mas vou“.
Além do preconceito e do medo, Clayton acrescenta mais um motivo pelo qual o homem não procura um médico antes que o pior aconteça:
“A mulher é educada desde a adolescência para ir ao médico”.

Em tempo: Clayton não ficou para a consulta.

 
 
 
 
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São 08h47

31 de março de 2010.

Dez homens já estão na “sala de espera”, no Parque da Luz, para o atendimento dos médicos que dão início ao Movimento Pela Saúde Masculina.

Um afirma, categoricamente, que não está com medo. “Quem tem medo está lá fora do parque”.

A maioria não quer se identificar.

João Roberto, 60 anos, morador do centro de São Paulo, está aqui porque acredita no trabalho da Sociedade Brasileira de Urologia.

Depois do elogio critica o sistema de saúde pública e o preconceito do próprio homem.

“Qual o homem que quer ser tocado, por um médico, nas partes intimas?”. A pergunta é feita de forma direta, com palavras mais, digamos, pesadas.

Reconhecer o próprio preconceito já é um bom começo.

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Caravana começa em São Paulo

31 de março de 2010.

Homem não vai ao médico. Quem diz isso é o Ministério da Saúde, que em 2007 constatou que enquanto 17,5 milhões de mulheres foram ao ginecologista, apenas 2,7 milhões de homens consultaram o urologista. A partir de hoje, o médico vai até o homem, dentro do Movimento pela Saúde Masculina, uma campanha de conscientização e de prevenção de doenças masculinas que vai correr 20 cidades do país nos próximos meses. Cada cidade vai receber a visita de uma carreta adaptada, com consultórios para atendimento médico para homens maiores de idade. Se você é homem, mude essa estatística. Se você é mulher, convença seu namorado, marido, pai, irmão ou amigo. A caravana amanhã estará no Parque da Luz, na região central da capital paulista.

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A Campanha está começando!

1 de março de 2010.

Olá!

O Movimento pela Saúde Masculina realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia sob apoio da Lilly está começando!

O objetivo desta campanha é esclarecer à população sobre as doenças mais comuns nos homens, tais como Disfunção Erétil, Andropausa e Doenças da Próstata, e incentivá-los a terem uma vida mais saudável, realizando a prevenção das doenças corretamente.

Fazendo parte deste Movimento, um caminhão adaptado com salas de atendimento médico gratuito circulará diversas cidades brasileiras a partir do dia 31 de março. Para ser atendido, e só comparecer ao local. Nos próximos dias iremos divulgar os locais e horários de atendimento.

A campanha conta com anúncios, comerciais de TV e peças de internet. Dê uma olhada na página da Campanha para saber mais e acompanhe o nosso blog que trará sempre novidades sobre tudo que acontecer no Movimento pela Saúde Masculina.

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