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Principais dúvidas sobre as doenças abordadas no Movimento pela Saúde Masculina, você encontra as respostas aqui.


 
 
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O que é disfunção erétil?


Disfunção erétil (DE) é a incapacidade de ter e/ou manter a ereção do pênis suficiente para uma relação sexual satisfatória. Ou seja, o homem sente desejo sexual, mas seu pênis não fica rijo e ereto pelo tempo suficiente para ter e/ou manter uma relação sexual satisfatória. A disfunção erétil (DE) pode acontecer algumas ou todas as vezes que o homem tentar manter uma relação sexual. Também pode ocorrer uma ereção normal e que se torna insuficiente durante a relação, ou, a ausência total de ereção mesmo com desejo sexual. Retirado do site ONG Saber


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Qual incidência de disfunção erétil na população?


Estima-se que cerca da metade dos homens acima de 40 anos de idade apresentam algum grau de dificuldade de ereção. O importante é que a imensa maioria dos homens pode solucionar seu problema, existem tratamentos muito eficazes, mesmo para a terceira idade. Retirado do site Lilly.com


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Qualquer forma de disfunção representa uma doença?


Não. Este problema pode acontecer ocasionalmente em decorrência de cansaço, excesso de bebida, falta de atração sexual e até mesmo problemas no relacionamento. Por isso, a disfunção erétil (DE) é avaliada em graus: Leve, Moderada ou Completa. Considera-se a DE um importante sinalizador de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão arterial, dentre outras, pois muitas vezes, podem estar presentes neste quadro disfuncional. Portanto só um médico poderá fazer a avaliação necessária para prescrever o melhor tratamento. Retirado do site Lilly.com e do site ONG Saber


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O que causa disfunção erétil?


As causas da disfunção erétil são, simplificadamente, orgânicas e psicológicas, no entando, aqueles que apresentam um quadro orgânico acabam desenvolvendo ansiedade de desempenho, ou seja, acabam desenvolvendo também uma causa psicológica que perpetua o problema de ereção. As principais causas orgânicas são: – Vasculares: colesterol alto, hipertensão arterial, diabetes, tabagismo e sedentarismo. – Neurológicas: diabetes, trauma na medula espinhal, acidente vascular cerebral e outras neuropatias. – Cirurgias que possam levar ao quadro de DE, principalmente a prostatectomia radical (para tratar o câncer de próstata). – Alguns medicamentos, principalmente alguns anti-hipertensivos como alfa-metildopa, propranolol e alguns diuréticos. Retirado do Portal SBU


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Existe solução médica para a disfunção erétil?


Hoje existem vários tratamentos para problemas de ereção, desde os mais simples como os medicamentos orais, injeções intra-cavernosas, psicoterapia, reposição hormonal após os 45 anos de idade, prótese, géis e cremes e enrijecimento por sucção e até os mais complexos com as próteses penianas. Portanto, é fundamental procurar ajuda médica, pois certamente existe tratamento para a grande maioria dos casos. Retirado do site Lilly.com do site ONG Saber e portal do Ministério da Saúde


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Como funciona a ereção do pênis?


O pênis é composto por artérias, nervos e tecidos esponjosos. Quando um homem se excita, essas artérias e tecidos se enchem de sangue deixando o membro duro. Sem esse enrijecimento físico, o homem pode se excitar mentalmente, mas não vai conseguir penetrar seu pênis e nem ejacular. Retirado do site Lilly.com


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Que tipos de problemas físicos podem causar a disfunção erétil?


Os problemas físicos (ou orgânicos) que causam disfunção erétil são geralmente de quatro tipos: a) problemas no sistema nervoso (ex.: depressão); b) uso de remédios e drogas; c) alterações de glândulas e hormônios; d) problemas no sistema circulatório (ex.: hipertensão, mais chamada como pressão alta). Todos esses problemas vão exigir acompanhamento médico, mas ainda assim é possível tratar os dois problemas – a disfunção erétil e o problema físico em questão. Retirado do site Lilly.com


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Qual a maneira mais simples de se resolver a disfunção erétil?


A terapia sexual e os medicamentos orais costumam ser eficazes na maioria dos casos. Para casos mais complexos, opções como próteses penianas também podem ser usadas. O importante é consultar um médico, pois ele saberá a melhor opção de tratamento para cada caso. Retirado do site Lilly.com


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Como é feito diagnóstico de disfunção erétil?


Um dos exames realizados para detectar a impotência é a avaliação física global, o teste de intumescência peniana noturna, realizada com auxílio de equipamentos específicos. Como todo homem tende a ter ereção dormindo, o aparelho mede a sua qualidade e a quantidade durante determinada fase do sono. O equipamento possui dois anéis conectados a eletrodos, colocados em volta do pênis, que analisam a qualidade das ereções noturnas e traçam um gráfico completo. Se as ereções espontâneas forem satisfatórias, isto significa que o sangue chega ao pênis e é corretamente represado. O distúrbio, portanto, tem fundo psicológico. Outro recurso usado para o diagnóstico é o ecodoppler peniano, utilizado para medir o fluxo arterial e identificar eventuais obstruções arteriais peniana. Um método menos popular são as injeções intracavernosas (dentro do corpo cavernoso do pênis) que aumentam o fluxo sangüíneo das artérias, diminuem o calibre das veias e relaxam a musculatura local, produzindo a ereção. O exame é feito no consultório médico e o remédio faz efeito em 10 a 20 minutos. Quem tem problemas psicológicos responde positivamente a este exame. Retirado de Portal do Ministério da Saúde


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Quantos medicamentos orais para disfunção erétil existem hoje no mercado?


Existem 4 tipos de medicações: a Tadalafila (Cialis), a Sildenafila (Viagra), a Vardenafila (Levitra) e a Lodenafila (Helleva). Retirado do site Lilly.com


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Como funcionam os medicamentos orais?


Eles bloqueiam uma substância no corpo chamada PDE5 que relaxa o pênis e faz terminar naturalmente a ereção. Bloqueando a ação da PDE5, os medicamentos orais proporcionam a ereção para uma relação sexual satisfatória. Estes medicamentos não causam a ereção de forma direta. Eles estimulam e sustentam a ereção só se o usuário estiver excitado sexualmente. Sem o estímulo sexual, não ocorre a ereção mesmo se o homem tiver tomado o medicamento. Retirado do site Lilly.com


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Meu amigo tomou um medicamento que fez efeito nele. Posso tomar o mesmo?


As drogas contra a impotência (que hoje chamamos de disfunção erétil) revolucionaram esse problema que aflige quase metade dos homens adultos. Se você tem esse problema, em maior ou menor grau, não adianta simplesmente se dirigir à farmácia e comprar o mesmo medicamento que seu amigo usou. Com certeza, existe uma chance enorme de você não ter exatamente o mesmo problema que o seu amigo, ou não apresentar a mesma resposta que ele, seja na eficácia, seja nos efeitos colaterais. E se a droga não funcionar, certamente não vai ser seu amigo quem vai resolver o problema e nem você deve se resignar como “um caso perdido”. Procure o seu urologista, existe muito mais conhecimento que pode lhe ser útil. Retirado do portal SBU


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Qual a dosagem recomendada desses medicamentos orais para disfunção erétil?


A regra geral é não ingerir mais do que um comprimido por dia, mas cada medicamento tem a sua dosagem recomendada assim como para cada paciente há uma dosagem correta a ser administrada. Esta dosagem deve ser combinada com seu médico.


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Corre-se risco de morte ao tomar estes remédios?


Não. Uma combinação de fatores, sim. Por exemplo: homens com problemas cardíacos muito graves estão proibidos de fazer exercício. O que inclui o sexo. Doentes que tomam remédios à base de nitratos (consulte seu médico a respeito) não devem também tomar medicação oral para disfunção erétil.


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As medicações orais para disfunção erétil provocam efeitos colaterais?


Os efeitos colaterais mais comuns são: dor de cabeça, má digestão, rubor facial, congestão nasal, dor lombar ou rinite. No entanto, esses efeitos costumam ser transitórios, de intensidade leve a moderada. O importante é conversar com o médico, pois ele esclarecerá suas dúvidas.


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A variedade de medicações orais para disfunção erétil produzem efeitos iguais?


Eles todos funcionam basicamente da mesma maneira e seus efeitos são semelhantes. Muito eficazes, a maior diferença entre eles é a duração do efeito. O efeito da Sildenafila (Viagra), da Vardenafila (Levitra) e da Lodenafila (Helleva) dura de 4 a 6 horas. A Tadalafila (Cialis) pode funcionar por até 36 horas.


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Pênis fica endurecido durante todo o tempo em que os remédios fazem efeito?


Não, somente enquanto esse homem for excitado sexualmente. Sem estímulo sexual, não há ereção.


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Misturar medicações orais com bebida alcoólica pode causar alguma reação?


O álcool em excesso prejudica a ereção, mesmo que o homem não tenha disfunção erétil. Portanto, se beber demais, provavelmente o homem conseguirá uma relação nem com a ajuda dos medicamentos. Mas nada impede que o usuário tome uma taça de vinho junto com a medicação.


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Quando usar testosterona?


Em uma proporção pequena de homens, a disfunção erétil (ou dificuldade de ereção) é provocada primariamente por um nível baixo de testosterona. Nesses homens, pode ser usado tratamento de reposição de testosterona. A grande maioria dos homens com dificuldade de ereção não apresenta níveis anormais de testosterona. Retirado do site ONG Saber


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Como funcionam as aplicações/injeções de prostaglandina?


De duas formas. Uma é através de injeções (com uma agulha muito fina) no próprio corpo do pênis dez minutos antes da relação. Seu efeito dura aproximadamente uma hora. O outro método é injetar a prostaglandina com um tubo através da uretra. Ela garante uma dilatação forçada dos vasos do pênis e provoca a ereção.


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Essas injeções no pênis são doloridas?


Em geral o usuário sente uma dor breve e localizada no local da aplicação. Outros problemas podem acontecer com a aplicação contínua de prostaglandina por via injetável, incluindo uma fibrose (ou endurecimento permanente dos tecidos do pênis). Por isso, é importante procurar sempre aconselhamento médico para vocês discutirem sobre a melhor opção de tratamento para você. Retirado do site ONG Saber


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Como são inseridas as próteses penianas e quando são adequadas?


As próteses penianas são inseridas através de procedimento cirúrgico. Quando bem indicadas têm uma boa aceitação não só pelo homem, mas também por sua parceira. Podem ser do tipo maleáveis (as mais utilizadas) ou infláveis (muito caras). Normalmente, são indicadas para pacientes que tiveram uma lesão física no tecido erétil no pênis. As possíveis causas dessa lesão podem incluir: – dano provocado por tratamento repetido com injeção – dano provocado por cirurgia prévia – doença de Peyronie, que provoca fibrose do tecido erétil Trata-se de um tratamento definitivo que é utilizado quando as outras formas de terapêutica falham (pacientes que tentaram sem sucesso todos os demais tratamentos para perda de ereção, tais como tratamento com medicamento oral e injeções). Retirado do site ONG Saber


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Como pode se prevenir do câncer de próstata?


Uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças crônicas não-transmissíveis. Nesse sentido, outros hábitos saudáveis também são recomendados, como fazer, no mínimo, 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar. Existem também hábitos de higiene como lavar muito bem o pênis com água e sabão após relações sexuais puxando o prepúcio é a prevenção ao câncer de pênis que devem ser adotadas no dia-a-dia. Extraído do site do INCA


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Tendo um parente próximo que teve câncer, corre-se maior risco de ter câncer de próstata?


Pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos pode aumentar o risco de se ter a doença de 3 a 10 vezes comparado à população em geral, podendo refletir tanto fatores genéticos (hereditários) quanto hábitos alimentares ou estilo de vida de risco de algumas famílias, porém, não é um fator determinante. Faça regularmente check-up para monitorar a sua saúde. Extraído do site do INCA


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Quais são as formas de detecção do câncer de próstata?


O toque retal é o exame insubstituível par a descoberta do câncer. O exame de sangue conhecido como PSA (antígeno prostático específico) também colabora pra o diagnóstico. Caso haja dúvida nesse diagnóstico pode-se contar com a ultra-sonografia endo-retal e até com a biópsia da próstata. Extraído do portal do Ministério da Saúde


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A partir de que idade é recomendável fazer exames para detectar câncer de próstata?


Homens com casos na família devem iniciar os exames preventivos a partir dos 40 anos. Quem não tem histórico familiar, pode começar aos 45 anos. Apenas a dosagem do PSA não é eficaz na detecção do câncer. A cada dez casos de câncer de próstata, quatro têm o PSA normal, por isso o toque retal é imprescindível e este exame leva apenas 5 a 7 segundos para ser realizado. Extraído do portal SBU


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O que é PSA?


PSA – antígeno prostático específico – é uma glicoproteina produzida pelas células epiteliais da próstata. O valor normal varia com a idade do paciente e o tamanho da próstata. Considera-se atualmente o valor normal de 2,5 ng/ml para pacientes em torno de 50 anos e de 4,0 ng/ml aos 60 anos. É específico da próstata e pode estar aumentado em algumas situações que não o câncer, entre elas a hiperplasia benigna (20% dos casos), prostatites (podem aumentar muito o PSA), manipulações da próstata. O toque retal, ejaculação e exercícios físicos são controversos se aumentam ou não o PSA. Para se aumentar a especificidade do PSA para o câncer e evitar biópsias desnecessárias, são utilizadas algumas variáveis do PSA, como velocidade do aumento ( > 0,75 ng/ml/ano), aumento do PSA-idade, percentagem de PSA livre em relação ao PSA total ( PSA livre/PSA total< 20%). Quando houver alteração do PSA com suas variáveis e ou o toque tiver alteração sugestivo de malignidade (nódulos, endurecimento), faz-se o ultra-som transretal com biópsias da próstata. O ultra-som transretal é inespecífico e não dá o diagnóstico diferencial de câncer da hiperplasia benigna de próstata, só auxiliando na localização de áreas suspeitas de malignidade, podendo usar-se o Doppler para auxiliar na identificação destes locais. Biópsias de toda a próstata devem ser realizadas de rotina. Deve-se estar atento para o fato que a biópsia da próstata tem um falso-negativo de 35% e, se a suspeita de tumor persistir, deve-se realizar novas biópsias, sendo que o número de quantas se realizarem é controverso, mas em geral são 3-4 procedimentos no total. Extraído do portal da SBU


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Quais são os sintomas de HPB?


Os principais sintomas da HBP são: jato urinário fraco, jato interrompido, aumento da freqüência das micções com eliminação de pequenos volumes de urina durante o dia e a noite, urgência para urinar com perda, ocasionalmente, de urina na roupa. Estes sintomas podem ocorrer isoladamente ou em conjunto e podem ser leves, moderados ou severos. Extraído do portal do Ministério da Saúde


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Como é feito diagnóstico de HPB?


O diagnóstico baseia-se nos sintomas, em exames de laboratório (urina, PSA etc.), toque retal, ultra-sonografia da próstata, endoscopia urinária e urodinâmica. Extraído do portal do Ministério da Saúde


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Todos os homens sofrem do mal da andropausa?


Sabidamente nos homens após os 40 anos de idade existe um progressivo e lento decréscimo dos níveis de testosterona. Aproximadamente 20 a 25% dos homens acima dos 50 anos sofrerão de DAEM (Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino) e necessitarão de alguma forma de tratamento. Extraído do portal SBU


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Como saber se é DAEM e não, outra doença?


Quando os sintomas são reconhecidos, deve-se realizar exames para eliminar a possibilidade de presença de doenças com manifestações semelhantes à andropausa, como certas doenças do fígado e da tireóide, anemia, alcoolismo, diabetes, depressão, entre outras. A dosagem de testosterona livre no plasma é o principal teste, devendo ser feita em uma amostra de sangue colhida pela manhã, em jejum. Se os níveis estiverem abaixo de 200 nanogramas/dl e a pessoa não possuir fatores de risco significativos, a terapia de reposição de testosterona (ou trt) pode ser iniciada. Extraído do portal do Ministério da Saúde


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Quais são os sintomas mais perceptíveis da Andropausa?


Entre outros sintomas, são: – a perda ou diminuição do prazer (libido) – dificuldade de ereção esporádica – mudanças no humor – baixa atividade intelectual – fadiga – depressão – desorientação espacial – aumento da gordura visceral abdominal Extraído do portal SBU


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Reposição hormonal masculina pode causar câncer de próstata?


Não. A administração de testosterona em homens com DAEM não causa câncer de próstata e já existem várias pesquisas clínicas que comprovam este fato. No entanto, caso o homem seja portador de um tumor maligno da próstata, mesmo que inicial, este poderá progredir às custas da reposição. Obrigatoriamente, antes de iniciar a terapia com hormônio masculino, deverá ser investigada a possibilidade ou não da presença de câncer de próstata. Extraído do portal SBU


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O que pode auxiliar na recuperação além da reposição hormonal?


Além de buscar tratamento especializado, existem algumas medidas que se pode adotar para lidar melhor com os sintomas da andropausa. Entre essas medidas estão: – aprender técnicas eficazes para lidar melhor com o estresse; – seguir uma alimentação nutritiva, com pouca gordura e rica em fibras e vegetais; – beber pelo menos 8 copos de água por dia; – diminuir o consumo de bebidas alcoólicas e cafeína; – manter um padrão de sono saudável; – praticar atividade física regularmente. Extraído do portal do Ministério da Saúde


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Quais formas de reposição hormonal existem?


A testosterona pode ser administrada de várias formas: oral, injetável, transdérmica (adesivos) ou por implantes. As formas orais não são mais recomendadas devido ao risco de efeitos tóxicos sobre o fígado. As formas injetáveis não oferecem níveis estáveis e podem terminar piorando os sintomas da andropausa. As apresentações transdérmicas têm sido as mais utilizadas nos últimos tempos. Extraído do portal do Ministério da Saúde


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Existem contra-indicações no tratamento com reposição hormonal?


A terapia de reposição de testosterona (trt) só deve ser realizada sob supervisão médica criteriosa, sendo contra-indicada em homens com o risco de já terem o câncer de próstata (ainda não diagnosticado), PSA elevado, doenças no fígado, altos níveis de gordura no sangue ou passado recente de tromboses. Extraído do portal do Ministério da Saúde


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