Realização e satisfação 100%

8 de agosto de 2010.

O Movimento pela Saúde Masculina e a I Feira de Saúde do Homem cumpriram sua missão e levaram aos homens de Brasília informação, orientação e atendimento gratuito.

Os médicos da carreta do Movimento esclareceram sobre as principais doenças que atingem os homens, levando a importância da prevenção.

A banda do Corpo de Bombeiros se apresentou na abertura da Feira que contou com a participação do Dr. Baldur Schubert, Médico Especialista em Saúde Pública e Coordenador Nacional da Área Técnica da Saúde do Homem do Ministério da Saúde, do Dr. Diogo Mendes, presidente da SBU – DF, da Sra. Maria Aparecida Murr, Coordenadora do Programa de Saúde do Homem da SES-DF, entre outros.

A Feira também contou com outros serviços prestados à população masculina, dentre eles:

O combate ao colesterol. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) foi representada pelos médicos Dr. Luiz Leite, presidente da SBC, regional DF e seus dois diretores, Dr. Marcos Vinicius e Dr. Wagner Pires de Oliveira Junior. No mesmo dia da Feira, dia 8 de agosto, também foi o Dia Nacional de Combate ao Colesterol e a SBC aproveitou para chamar a atenção da população quanto a importância da doença, detectar sintomas precocemente e controlá-la com exames laboratoriais.

Dr. Luiz Leite, presidente da SBC, regional DF. Dr. Marcos Vinicius e seu filho e Dr. Wagner Pires de Oliveira Junior com sua filha.

Dois espaços dedicados aos exames que indicam o colesterol, triglicerídeo, glicemia e a pressão arterial. Caso houvesse alguma alteração, o paciente era encaminhado para a nutrição ou para a cardiologia, onde recebiam as orientações corretamente.

O combate ao tabagismo. A Coordenação de Controle de Câncer e Tabagismo do DF levou informações sobre o tabagismo que é um dos fatores de risco que causa doenças graves crônico-degenerativas, entre elas o câncer. Fumantes são convidados para participar do tratamento que possui 72 centros de referência no Distrito Federal. É um programa do Ministério da Saúde, ligado ao Instituto Nacional do Câncer, no qual é feito o tratamento e o fornecimento gratuito do medicamento ao paciente, caso seja necessário.

A prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (DST). Homens e mulheres receberam um material educativo e camisinhas.

Atendimento nutricional. Profissionais de nutrição fizeram um questionário do Ministério da Saúde e analisaram a antropometria (peso, altura e medida da cintura) e a parte bioquímica do paciente e a partir daí fizeram a orientação da alimentação saudável ou o encaminhamento para a unidade de saúde, se necessário.

Ecografia de calcâneo. Homens com mais de 40 anos de idade passaram pelo exame que ajuda na prevenção da Osteoporose. Uma especialista avaliou o exame e fez um questionário para orientar o paciente sobre o que deve ser feito.

Fotos: Danny Yin

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O homem se cuida? SIM!

8 de agosto de 2010.

Dr. Diogo Mendes, presidente da SBU-DF, na abertura da I Feira de Saúde do Homem, em Brasília (foto: Danny Yin)

Para o Dr. Diogo Mendes, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, seccional Distrito Federal, as campanhas que estavam sendo feitas até o momento não eram campanhas de política macro e sim campanhas focadas no câncer de pênis, na próstata, na disfunção erétil e não é isso que vai mudar o panorama de saúde pública e privada. “O que está sendo feito agora é uma política de fato.”, referindo-se à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Na última quinta-feira (5), o presidente da SBU Nacional, Dr.Modesto Jacobino, conseguiu junto ao Senador Tião Viana, que também é médico, que a Política de Saúde do Homem fosse incluída na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) que é a lei que rege onde o governo tem que gastar o dinheiro e que foi assinada pelo presidente Lula assinou. Assim, a Política de Saúde do Homem agora é uma política de estado e não mais uma política de governo, portanto, independente do governo que seja eleito, a Política é de estado, como é a AIDS, o transplante, a saúde da mulher. “Bom para o brasileiro, bom para o homem.” – afirma.

Ele afirma que o homem quer se cuidar: “Se é facultada a oportunidade de que se lhe esclareçam as dúvidas, ele se cuida, exemplo disso é esse movimento de hoje e o Movimento da SBU junto com a Lilly no Movimento pela Saúde Masculina. Então, oportunizando para o homem o momento, ele quer se cuidar. Ninguém quer morrer antes, ninguém quer ficar doente, inclusive o homem.”

Segundo ele o homem no Brasil é vítima de um paradigma que diz que homem não fica doente, homem é forte, homem saudável não pode ir ao médico. E quando ele vai ao médico, não é compreendido pelos colegas de trabalho, pelo chefe e pelo empregador. “Quando ele chega ao serviço de saúde público, esse serviço é humanizado de forma feminina, é rosa, cheio de flores ou é humanizado para a criança, ele é infantil, cheio de bichinhos e brinquedos. O homem que está saudável e quer se cuidar, mas não tem a compreensão dele mesmo porque não foi treinado para isso, ele não tem a compreensão dos colegas de trabalho e do empregador e nem dos serviços públicos que o acolhem. Então é um paradigma que tem que ser mudado. Agora por outro lado, a mulher ir ao médico é uma coisa super natural que inclusive é até cobrado e exigido que ela vá, é um paradoxo. Eu estou certo e seguro que não é culpa (entre aspas) do homem, é de fato um paradigma cultural que tem que ser rompido e quando que isso vai acontecer? Daqui a alguns anos, não é a partir do mês que vem ou do ano que vem, o reflexo na melhora da saúde do homem se dará dentro de alguns anos.”

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A SBU do Distrito Federal

8 de agosto de 2010.

Dr. Diogo Mendes, presidente da SBU-DF (foto: Danny Yin)

A SBU -DF possui 130 urologistas filiados, mas que atuam na cidade são em torno de 150, dentre eles, 15 residentes. Ela promove encontros mensais junto aos médicos urologistas de Brasília também um congresso anual que acabou de ser realizado nos dias 4, 5 e 6 de agosto, na Associação Médica de Brasília. O evento trouxe congressistas de 11 estados da federação e mais 25 empresas envolvidas, tanto públicas quanto privadas. “Foi um evento muito bom do ponto de vista organizacional e científico.” – relata Dr. Diogo Mendes, presidente da SBU – DF. Outra ação da SBU é o interrelacionamento com outras especialidades como cardiologia, geriatria, pneumologia, psiquiatria, oncologia, no sentido de entender essa questão da interdisciplinaridade da saúde masculina. “Uma coisa importante que nós estamos fazendo é que a população entenda que a saúde do homem não começa aos 40 e sim ainda na barriga da mãe com uma série de coisas que a ela não pode fazer, de medicamentos que ela não pode tomar. Depois quando o menino nasce, se o pênis e os testículos são normais, se o pênis está crescendo corretamente, depois a sexualidade, a vida sexual e o cuidado que vai depois dos 40 com os cânceres e etc.” – explica. O médico urologista que é aquele médico que trata do trato urinário do ser humano, supra-renal, rim, ureter, bexiga e todas as doenças afins e trata da sexualidade do gênero masculino que é as doenças da próstata, dos testículos, do pênis, disfunções eréteis, infertilidade, DST e políticas relacionadas a isso, além do transplante renal e a parte da urologia feminina que tem a ver com a incontinência urinária feminina, a reconstituição do assoalho pélvico feminino, sendo a última referência do ginecologista.

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Um presente para toda a família

8 de agosto de 2010.

Hoje é dia de homenagear os pais, mas até 1953 eles não tinham essa data que foi idealizada pelo publicitário Sylvio Bhering e quando foi comemorada no Brasil pela primeira vez.
A coordenadora do Programa de Saúde do Homem da SES-DF, Maria Aparecida Murr ressalta que é importante que o homem desperte para o cuidado com a sua saúde. “Queremos dar um presente a todos os homens do Distrito Federal no dia dos Pais”. – diz.
A prevenção e os cuidados com a saúde devem estar presentes todos os dias e é esse exemplo que o Sr. Milton, 48 anos, passa para os seus filhos Wagner e Jadson. Todos os anos ele faz um check-up e também se consulta com o urologista. Para comemorar o Dia dos Pais, ele trouxe a família para passear no Parque da Cidade, além dos 2 filhos, estavam com ele a esposa, Sra. Rosa, 36 anos e a filha Letícia. “Eu nunca precisei pedir para ele ir ao médico, ele que toma a iniciativa.” – conta Sra. Rosa. Quando eles chegaram ao parque e viram a carreta do Movimento, ele não perdeu a oportunidade de ser atendido. “A gente não pode bobear.” – conclui Sr. Milton.

Jadson no colo da mãe, Sra. Rosa, Sr. Milton, Leticia e Wagner.

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Um ano de atenção dedicada ao homem

8 de agosto de 2010.

Dr. Baldur Schubert, Médico Especialista em Saúde Pública e Coordenador Nacional da Área Técnica da Saúde do Homem do Ministério da Saúde (foto: Danny Yin)

Agosto é o mês de comemoração de um ano de introdução da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem e o Dr. Baldur Schubert, Médico Especialista em Saúde Pública e Coordenador Nacional da Área Técnica da Saúde do Homem do Ministério da Saúde, destaca a importância desse tipo de iniciativa como a da I Feira de Saúde do Homem, que está acontecendo hoje no Parque da Cidade, em Brasília e do Movimento pela Saúde Masculina que foi convidado a voltar a capital federal especialmente para essa ação. “Nós estamos muitos felizes porque é uma oportunidade de destacar a importância da saúde do homem, a importância dos cuidados com a saúde do homem. Infelizmente no Brasil, homens vivem 8 anos menos que mulheres. Homens não se cuidam da mesma forma, então é importante que os homens passem a se cuidar da mesma forma que as mulheres e esta caravana é um bom exemplo destacando a importância da qualidade de vida dos homens. Estão de parabéns todos que estão organizando, participando e promovendo esse evento.” – diz.

Ele conta que desde o dia 27 de agosto de 2009, 80 municípios foram atingidos pela proposta da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, dentre eles estão as capitais estaduais, municípios mais expressivos em termos de quantidade de população e cidades pólo, isso significa que potencialmente foram atingidos 15 milhões de homens entre a faixa dos 20 aos 59 anos que é a população alvo dessa política. “Os esforços que são feitos pelos estados, municípios e pela sociedade estão se destacando cada vez mais, buscando informação e fazendo com que o homem procure serviços de saúde e também procure se cuidar mais.”- comenta. “Não temos dados finais desse primeiro ano, mas dados parciais nos mostram um crescimento especialmente nas atividades que foram muito valorizadas através da portaria 1945, do Ministério da Saúde, que destacou alguns procedimentos como a cirurgia da fimose, a cirurgia da próstata, a vasectomia, então essa valorização também fez com que os produtores de serviços, os gestores municipais e estaduais e os profissionais se sentissem cada vez mais apoiados para desenvolver uma solução.”

Em relação ao que será feito a partir de agora, o Dr. Baldur Schubert conta que pretende-se ampliar para o ano que vem mais 55 municípios, chegando a 135 municípios o que irá atingir 40% da população masculina brasileira. “É um processo gradual, mas conseguimos em pouquíssimo espaço de tempo sensibilizar a população e isso está significando uma maior demanda nos serviços e certamente nós vamos detectar mais precocemente algumas das mazelas e poder oferecer serviços de qualidade que é o que todos desejamos, que os homens sejam bem atendidos e possam efetivamente viver mais e com melhor qualidade de vida.” – finaliza.

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Brasília, a capital federal

8 de agosto de 2010.

Congresso Nacional

Inaugurada em 21 de abril de 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, Brasília é a terceira capital do Brasil, após Salvador e Rio de Janeiro. A transferência dos principais órgãos da administração federal para a nova capital foi progressiva, com a mudança das sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário federais. É a quarta maior cidade do Brasil e também possui o segundo maior PIB per capita entre as capitais, superada apenas por Vitória.

O plano urbanístico da capital, conhecido como “Plano Piloto”, que teve sua forma inspirada pelo sinal da Cruz, mas é popularmente comparado ao de um avião, foi elaborado aproveitando o relevo da região e adequado ao projeto do lago Paranoá que armazena 600 milhões de metros cúbicos de água. Foi projetado pelo urbanista Lúcio Costa e muitas das construções da Capital Federal foram projetadas pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer.

A Região Administrativa de Brasília possui diversos hospitais públicos, como o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), o Hospital Regional da Asa Sul (HRAS), pertencentes ao Governo do Distrito Federal, além do Hospital Universitário de Brasília, da Universidade de Brasília (UnB). A cidade tem um dos maiores projetos de informatização do sistema de saúde no Brasil, algo que colabora com a melhoria da assistência realizada aos pacientes.

O Hospital Sarah Kubitschek de Brasília é referência no atendimento de vítimas de politraumatismos e problemas locomotores, objetivando sua reabilitação. Foi a primeira unidade da atualmente denominada “Rede Sarah”, mantida pelo Governo Federal, embora sua gestão faça-se pela Associação das Pioneiras Sociais e que foi sendo ampliada para outras capitais, como Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Macapá, Rio de Janeiro, Salvador e São Luís do Maranhão. O hospital recebe esse nome em homenagem à primeira dama do país na época da fundação de Brasília.

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