“A urologia é a fonte do prosseguimento da vida do sexo masculino”
É a opinião do cuiabano Giovani Orives de Assunção.
Assista ao depoimento que ele e sua esposa, Edilei da Silva, deram ao Movimento pela Saúde Masculina.
Produção e edição: Danny Yin
É a opinião do cuiabano Giovani Orives de Assunção.
Assista ao depoimento que ele e sua esposa, Edilei da Silva, deram ao Movimento pela Saúde Masculina.
Produção e edição: Danny Yin
Logo pela manhã o senhor Levy Oliveira Andrade, 84, pegou a esposa, Maria Rodrigues Andrade, 85, e veio para ser atendido pelos médicos da caravana do Movimento pela Saúde Masculina. Mais tarde, lá pelas 15h, eles estavam sentados, outra vez, juntinhos, de mãos dadas, na recepção.
- Vocês já foram atendidos e…
- Sim, viemos acompanhar o nosso filho, que está na consulta, informa Levy.
O filho, Sevi Rodrigues Andrade, 55 ouviu a matéria que falava sobre o Movimento na rádio Band News de Brasília e sugeriu que Levy se cuidasse também.
É a primeira experiência de Sevi em um urologista. E é a primeira vez que dona Maria acompanha o marido ao médico dessa especialidade; sempre foi com ele para cuidar de outras partes do corpo. “Não, minha filha, ela sempre teve vergonha”, responde Levy pelos dois.
O casal está junto há 60 anos e Levy garante que nunca teve discórdia em casa por causa de questões como a disfunção erétil.
- É verdade, dona Maria? -
Não sei, eu fechava os olhos!
O filho enche a mãe de beijos.
A foto artística do casal é de Danny Yin
Jóia rara esse homem. Luis Alves, 59, está no Parque da Cidade, desde às seis da manhã e pegou a senha de número um.
Ele aguarda a sua vez para receber orientações da equipe médica da caravana, que está levando à 22 cidades do Brasil informações sobre doenças urológicas na “classe masculina”.
“Eu tenho disfunção erétil há dois anos”, confessa sem vacilar.
E dizer que tem um problema desses para uma pessoa desconhecida é uma raridade aqui no Movimento.
Os homens chegam, pegam a sua senha e falam sobre todos os tipos de sintoma imagináveis, menos que está com dificuldade de ereção.
“É timidez”, simplifica.
Luis Alves conta que fez tratamento no Hospital de Base de Brasília e todos os exames indicaram que não tenho nada.
“Minha expectativa hoje é encontrar uma resposta”.
José da Silva é o nome fictício de um pernambucano que viu sua vida virar de cabeça para baixo nos últimos cinco anos por causa da disfunção erétil. Tem 43 anos de idade e está casado há dezessete.
Procurou ajuda médica e psicológica, mas não obteve resultado positivo porque a solução do problema não depende só dele.
Viu no Movimento pela Saúde Masculina mais uma esperança e apostou nela.
Ele nos concedeu o depoimento com a promessa de que não seria identificado.
“Estou na minha segunda experiência no casamento. Antes fiquei três anos e meio no primeiro e tinha uma vida sexual muito ativa. A primeira esposa acompanhava bem.
No segundo relacionamento, que já tem dezessete anos, estamos passando por uma experiência difícil pelo fato dela ser diferente da primeira.
É uma pessoa do interior, nunca teve nenhum relacionamento, o primeiro namorado fui eu. Ela é muito restrita na questão sexual, não aceita variações. Não por comodismo!
De cinco anos para cá estamos passando dificuldades
Eu tenho prazer, né, mas não tenho ereção. Procurei ajuda psicológica para nós. Mas ela inicia e não continua…Ela não quer mudar, é muito restrita a certa coisas; acha que as coisas que a psicóloga fala são ousadas demais.
A timidez dela me atraia no início, me contentava com aquele relacionamento. Hoje eu vejo por outro lado. O comportamento dela está me aborrecendo. Ela cedeu algumas coisas só… não pode ser todo dia.
Eu tenho o conceito familiar de ter uma pessoa só.
Procurei outra pessoa fora do casamento para saber se o problema era comigo. E era… Meu conceito de nunca ter traído ajudou a piorar o problema quando saí com a outra pessoa.
O médico aqui do Movimento me prescreveu uma medicação para a disfunção erétil e vou tomar. Estou apostando em tudo. Graças a Deus não tenho problemas de próstata.”
Gosto muito dela!!! Tô determinado a mudar essa situação.
Estava um esperando pelo outro. Quer dizer, dois já foram embora. Mas os cinco amigos do bairro dos Prazeres vieram juntos procurar por atendimento de um médico urologista. “É bom para dar força”, diz Amaro Bonifácio Ferreira, 53. Junto com Dilson Cesar Lopes, 47, aguarda Fernando Albuquerque Gouveia, 37, que está demorando muito.
O negócio é esperar, deixar o amigo sozinho, não dá.
Enquanto isso, Amaro conta que nunca foi a um urologista porque tinha medo de fazer o exame retal. “Eu tinha medo do resultado também, receio de fazer uma cirurgia e ficar impotente. Felizmente está tudo certo. Mas se a notícia fosse ruim eu deixaria o passado para traz e pensaria no futuro; o importante é a vida”, balança a cabeça positivamente.
Com Dilson está tudo bem, também, apesar de fumar quase dois maços de cigarro por dia.
E lá vem Fernando.
- Por que demorou?
- Eu resolvi passar na psicóloga. É bom, né?
- Está tudo bem?
- Graças a Deus.
Os amigos vão embora. Talvez peguem uma praia…